Alguma coisa está fora da ordem …

No dia 20 de novembro, o STF julgará a liminar que durante anos garante os repasses oriundos dos royalties do petróleo aos estados e municípios produtores. Esse tema é extenso e envolve tudo, isso mesmo, tudo no que diz respeito ao cidadão que habita qualquer um desses municípios. Aqui, em nossa região, em especial, Norte do Estado do Rio de Janeiro a dependência ao longo dessas décadas é visceral.

É inadmissível imaginar que em qualquer circunstância, dentro de casa, por exemplo, havendo um corte radical na ordem de 75% da arrecadação, que se possa manter qualquer equilíbrio, imaginemos uma cidade como Campos, por exemplo, que deixaria de arrecadar e contar exatamente com o que lhe mantém ao longo dessa temporada que envolve uma larga escala de roubalheira, corrupção, quadrilhas especializadas em roubos aos cofres públicos e que na ponta, tem a população que paga na carne essa alta e pesada conta.

Não vou entrar nessa discussão que já nos orbita também ao longo desses muitos anos, de avião da Polícia Federal as picapes da PF tocando as campainhas às 6 da manhã, levando para trás das grades esses elementos que não se importaram, e porque não dizer, ainda não se importam e nem se importarão com os riscos e o fortalecimento da boçal afirmação de que ‘o crime compensa’.

Acabei me estendendo para dizer qual avaliação que faço da audiência pública promovida pela Câmara Municipal de Campos, ontem, e que deveria ter a possível perda e arrecadação como discussão central, não aquela do telão, dos dados, das falas, estou apontando é para a essência do debate. Mais uma vez tudo ficou no campo da política, ou quase tudo, mesmo que alguns de fato interessados em ter como debate principal, os riscos … apesar de eu acreditar que prevalecerá a regra atual, muito por conta exatamente da força política que o estado do Rio de Janeiro tem hoje com os presidentes da Câmara e da Presidência da República, além das questões Constitucionais, que são amplamente defensáveis.

É justo destacar a posição dos vereadores que formam a Comissão de Petróleo e Energia e que promoveram a audiência e não ficaram inertes ao debate. Logicamente, que com o pano de fundo político eleitoral de forma exacerbada, o que já era anunciado, e, por esta razão não teria comparecido o prefeito de Campos, Rafael Diniz? Ah, presidente da Ompetro (Organização dos Municípios Produtores de Petróleo). E os demais prefeitos que também formam a entidade principal que deve estar com essa bandeira 24 horas erguida.

Será que o amplo entendimento é de que foi armando o palco para o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Municípios Produtores de Petróleo da Câmara? Se foi, ele usou bem. Mas qual reflexo prático se terá?

Uma coisa é certa, volto a dizer que acredito que a regra será mantida. Aí todos serão padrinhos do filho bonito, que nem tão bonito assim está, porque aqui em Campos, a crise moral, ética, econômica e outras mais tem nomes e sobrenomes, tem décadas … não dá para colocar na mesa, uma imaginária de futebol onde de um lado fica a situação (catastrófica) e do outro a oposição (sem projetos factíveis e com um passado recente nebuloso). A discussão necessita ir além …

Ah, já ia esquecendo, e cadê a cobertura da imprensa no que deveria ter sido o assunto do dia?

Fecho com parte da canção ‘Fora de Ordem’, de Caetano Veloso:

Aqui tudo parece
Que era ainda construção
E já é ruína
Tudo é menino, menina
No olho da rua
O asfalto, a ponte, o viaduto
Ganindo prá lua
Nada continua…

E o cano da pistola
Que as crianças mordem
Reflete todas as cores
Da paisagem da cidade
Que é muito mais bonita
E muito mais intensa
Do que no cartão postal…

Alguma coisa
Está fora da ordem
Fora da nova ordem
Mundial …

Experiência e política

O governo Rafael Diniz tem personagens que ao longo dos anos se notabilizaram por fazerem política 24 horas por dia, sem pestanejar. Um deles é Fernando Leite, jornalista, escritor, político na essência, ex-deputado federal e se não o mais, um dos mais preparados para apontar caminhos para solução de questões que a Faculdade não ensina, e não é porque não quer, é porque também não sabe. Na prática é outra coisa. Sei que esse texto vai surpreender até mesmo o Fernando Leite, só para deixar claro que aqui não tem jogo de cartas marcadas. É o meu pensamento. Como diz um amigo, junta todo mundo para perder para ele.

Aumentando o tom …

Mas também não basta querer falar, tem que saber, e saber o tom também. Recentemente o vereador Marcão Gomes, que hoje é Secretário de Desenvolvimento Humano e Social, chamou alguns para a discussão, mas pecou, ao tornar público o que deveria ter sido tratado sim, mas internamente. A vontade de fazer o papel político necessário acabou não saindo da forma que deveria, e afastou oficialmente o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD), que está trabalhando nos bastidores estruturando seu projeto.

Defesa forte e equilibrada …

Quem veio a público nesta segunda-feira (27), ou seja, começou a semana pegando pesado foi o superintendente de Limpeza Pública, Carlos Augusto Siqueira. Mas na condição de agente político cascudo. Fez em sua página pessoal nas redes sociais referência aos avanços do governo, inclusive os destacando e politizando ao demonstrar o tamanho do problema encontrado, que foi deixado pelo governo passado. O chamou de “relatório de danos”, e após apresentá-lo devolveu a bola para o prefeito.

RELATÓRIO DE DANOS QUE APRESENTO AO POVO DE CAMPOS
Passamos 2 anos desarmando as minas deixadas pelo inimigo no solo goytacá. 
Com nossos soldados construímos uma estrada de chão batido porém segura para seguirmos em frente.

Com orçamento anual que chegou na casa dos 3 bilhões no governo passado, e hoje perdemos 1 bilhão com a queda dos royalties, estamos nos reinventando. Só a folha, consumirá 50% da arrecadação de 2 bilhões previstas para 2020, restando somente os outros 50% para custeio da máquina pública e para investimentos num Município com 530 mil habitantes e 4.032 km2 de extensão territorial.

– Acertamos com o BB de só pagar o valor de 10% ao mês do valor arrecadado com royalties, da DÍVIDA DO FUTURO de mais de 300 milhões
– Limpamos o nome do Município na CAIXA.
– Encontramos uma folha de pgto acima do limite constitucional.
– TODOS os recursos destinados a aposentadoria do servidor no PREVICAMPOS perdidos em aplicações financeiras nefastas feitas em empresas que faliram. 
– Parque Julião Nogueira destruído.
– Parque Saraiva em Goytacazes dinamitado.
– Peças do mobiliário urbano com obras abandonadas e dívidas por pagar, tais como o Palácio da Cultura, Camelódromo e o Hospital São José, dentre outras. 
– SAUDE, à espera nas filas intermináveis e agonizando nos corredores dos hospitais sucateados.
– Tivemos que cortar programas sociais nebulosos, como passagem a Um real que nas madrugadas os motores dos ônibus eram desligados mas as roletas NÃO paravam, para compensar o valor da passagem . Restaurante popular e o FAMOSÍSSIMO CHEQUE CIDADÃO, conhecido no mundo inteiro; não na ONU, mas nos TRIBUNAIS por sentenças condenatórias transitadas em julgado em todas as esferas do judiciário, inclusive com prisão da prefeita e vários dos agentes públicos envolvidos. 
– Sistema de transportes caótico e empresários falidos.
– Campos estava com o nome sujo em todos os órgãos governamentais de fomentos no país.

Nossa população votou no nosso grupo para reconstruir o Município. Hoje, nas ruas, essa mesma população diz que o prefeito não é LADRÃO; mas diz também que o prefeito não faz nada.

Essa reconstrução de terra arrasada leva tempo, mas agora, passados 2 longos anos de recuperação e saneando as contas públicas, vamos pra rua dizer tudo que fizemos, e estaremos fazendo para recuperar o moral de nossa tropa de servidores e levantar a alto estima dos Campistas.

Quem viver verá, e podem apostar.

Esse é o relatório.

Passo a palavra daqui pra frente ao Prefeito Rafael Diniz, sobre o que faremos à seguir.

Carlos Augusto Siqueira com Fernando Leite e Marcel Cardoso, membro do governo e que faz parte do seleto grupo dos mais próximos ao prefeito Rafael Diniz

Sair do Cesec

Uma das mais pesadas críticas que o governo Rafael Diniz sofre é a ausência das ruas, é não dialogar com o povo, com os segmentos, com formadores de opinião, e quando isso acontece, o prefeito geralmente não coloca em prática. As eleições já estão aí, e estão mesmo. Pensar que 2020 ficará para 2020, é falácia, é mentira, é ilusão, e mais, seria arriscar e entregar ao adversário ainda melhores condições para recuperar, ou então, para quem vier pela primeira vez a disputar à Prefeitura de Campos, o prato de bandeja.

O governo é frio e não fala e não trata política, uma mexida aqui, outra lá, e nada que tenha trazido à tona uma proposta eleitoral ou mesmo acordo político. A não ser que, e aí vale avaliar, que o entendimento desse governo é que a reeleição está garantida, e é só deixar o tempo passar. Ora bolas!!! A rua diz outra coisa, as filas falam outras coisas, as pesquisas cristalinamente mostram outra coisa.

Começou a andar …

O prefeito resolveu sair, foi à Travessão no último sábado em importantíssima ação de combate ao maldito mosquito da chikungunya. Opa, se o prefeito saiu é porque a frigideira esquentou ao ponto de o acordar. Não sei como foi a recepção da população, até porque, pelas fotos, o prefeito estava altamente brindado pelos membros do governo e outros mais que se alinham. Como terá sido a receptividade da população aos olhos do que não estão contaminados pelo ‘está tudo certo?’.

Problemas por muito tempo …

Claro que os números mostram também de forma cristalina que o governo passado deixou de ‘presente’ terra arrasada, mas não pode se dizer surpreso, todos, todos, como diz Roberto Henrique, até os bebês de colo sabiam do drama a ser enfrentado.

Pelo jeito o prefeito assumirá agora essa postura de ir para rua, finalmente olhar nos olhos do eleitor, os mais de 151 mil que o elegeram em 2016, no primeiro turno, vencendo em todas as sete zonas eleitorais e com a tal onda verde. No domingo participou de outra ação, mais uma muito bacana por sinal, em praça pública completamente reformulada.

É necessário discutir, debater, apresentar os avanços e eles estão acontecendo sim, mesmo que de forma moderada e com muitas amarras ainda.

Se o que vale para o atual governo é a famosa garantia de que a máquina leva o candidato, ainda mais se tratando de reeleição, ao segundo turno, ok.

Imaginando …

Se a eleição fosse hoje e por acaso tivéssemos os nomes postos, ao menos, os mais cogitados. Digamos que fosse um segundo turno entre Rafael Diniz e Wladimir Garotinho. Com quem Rodrigo Bacellar (SD), Gil Vianna (PSL), Caio Vianna (PDT) seguiriam? Temos os exemplos, com exceção da onda verde em 2016, que inundou a cidade e elegeu Rafael Diniz no primeiro turno, de que as alianças sacramentam as vitórias, mas pode ser também que se entenda que é melhor poucos e bons (no conceito do governo). Em 2016 além do PPS, teve o PV, de Gustavo Matheus, e esse já foi … e o Rede que era do vereador Marcão, que está no PR. Essa reconstrução não é simples, mas necessária …

Com as crianças o prefeito está bem, as fotos dessa postagem mostram que estão bem felizes

PV Campos segue com Gustavo Matheus

A disputa pela presidência do PV Campos teve Gustavo Matheus como vencedor. A disputa interna que é natural no processo democrático, teve Hans Muylaert também entrando no pleito. Com 12 votos favoráveis, uma abstenção e dois votos contrários, Gustavo Matheus venceu e segue na presidência, onde já está há cinco anos.

Gustavo Matheus, que disputou a eleição de 2016, e ficou como 2º suplente tendo feito, 1312 votos, o mais votado da história do partido em Campos. O PV foi um dos três partidos que formaram a aliança com Diniz, além do PPS e o Rede. Tudo indica que o caminho será de alternativa ainda a se apresentar em nomes como Rodrigo Bacellar (SD) e Gil Vianna (PSL), que estão postos no momento de especulações. Outro nome dado como certo para a disputa é de Caio Vianna (PDT).

Esse é um sinalizador forte para as eleições 2020, e dá para dizer que dificilmente o PV caminhará com o atual prefeito, Rafael Diniz. Hans Muylaert é diretor de Turismo do governo municipal. Outro que não deve ter o apoio do PV é Wladimir Garotinho (PSD) ou outro candidato do grupo. Isso porque Gustavo Matheus também faz duras críticas ao grupo que governou o município por dois mandatos, com Rosinha Garotinho.

Gustavo Matheus fez parte do governo de Rafael Diniz como superintendente de Trabalho e Renda, mas saiu atirando para todos os lados em junho de 2018, quando pretendia disputar a eleição para deputado estadual, alegando que o governo caminhava para destinos diferentes do projeto de campanha.

Marcão apresenta a conta

Chegou a conta I
Li atentamente a declaração do vereador Marcão Gomes (PR), hoje na condição de Secretário de Desenvolvimento Humano e Social, diga-se de passagem, as informações que tenho é que faz uma boa gestão na pasta. Mas esse não é o caso, o tema é a ‘cobrança’ da conta que ele apresenta das alianças feitas com os três deputados estaduais eleitos de Campos, Gil Viana (PSL), Rodrigo Bacellar (SD) e João Peixoto (DC). Com a declaração dada à Folha da Manhã, o vereador que corre risco de perder o mandato, denunciado por infidelidade partidária, colocou a mão em ferida que tem tudo para cheirar mal, mas se ele cobra, creio que por conta de acordo firmado. Que acordos foram esses?

Chegou a conta II
Os deputados Gil Viana, esse em especial, já garantiu que será candidato pelo PSL à prefeitura de Campos, no próximo ano. Rodrigo Bacellar também tem seu nome cada vez mais provocado por aliados e eleitores. Vale lembrar que os dois tiveram grande votação em Campos, nas suas respectivas vitórias em outubro de 2018, ou seja, ‘ontem’. Estariam os dispostos a receber essa cobrança de apoio ao governo, e consequentemente o candidato Rafael Diniz? Será que vão entender que é mesmo para deixar a discussão para 2020?

Chegou a conta III
Uma coisa eu gostei, Marcão falou … se foi por estar incomodado ou por alguém ter cobrado dele uma postura, não sei, mas foi firme. Ao mesmo tempo que analiso que essa discussão para fora, pode já antecipar a decisão, ou seja, o que o próprio Marcão parece querer deixar mais para frente. Então, se está em defesa do governo não deveria ter tido essa conversa internamente com os parlamentares?

Chegou a conta IV
O governo de Rafael Diniz passa por sérios desafios, desgastes e eleitoralmente todas sabem que houve grande emagrecimento. As pesquisas, e vamos falar disso aqui nos próximos dias, mostram isso e a rua também. Não foi por acaso que o prefeito anunciou que iria tratar da política do governo, e os nomes de Marcão e Abdu Neme de fato foram sinalizadores, mas é muito pouco ainda.

Chegou a conta V
Deixar para falar de eleição em 2020, ou mesmo, deixar para tratar do tema na ‘hora certa’, pode resultar em arrependimento, pois poderá olhar para o lado e ver que não se tem mais aliados com mandados como de deputado, além de partidos, e porque não dizer muitos que são vistos hoje como aliados na Câmara de Vereadores?

Chegou a conta VI
Marcão fez, estando certo ou não, o que outros poderiam e deveriam ter feito, ou seja, debater a política, colocar o bloco na rua, colocar a cara para bater, porque também recebeu total apoio, e também foi reconhecimento, porque foi um dos principais alicerces do projeto em vigor. Não somente falar que apoia e na hora de um aperto mais forte, vide tema reajuste dos servidores, não se posicionar ao lado do governo, ou que seja contra, mas se posicionar. Vão deixar para querer defender o que já poderá ser indefensável, lá na frente?

Chegou ao conta VII
Alguns vereadores essa semana mesmo foram firmes ao cogitar-se a procura do deputado estadual Rodrigo Bacellar em busca de um possível apoio a Caio Viana (PDT). Igor Pereira, Marcelo Perfil e Silvinho Martins garantiram apoio a Rafael Diniz.

Vamos seguir falando …

Roxo de vontade

Renato segue na política ao lado do pai, Manoel Roxinho

Em São Francisco de Itabapoana as eleições 2020 também tomam conta dos bastidores, e surgem algumas especulações. Entre elas está um dos principais nomes a estar na disputa do Executivo, Renato Roxinho. Em sua página pessoal Roxinho fez postagem dizendo que não passa de especulação a informação aproximação com algum grupo político, e que com grupo decidirá o que fazer, e me adiantou que até o dia 04 anunciará seu posicionamento. Renato é filho de Manoel Roxinho, ex-vereador e ex-vice prefeito.

Pelo que senti vem candidatura própria. Roxinho, em 2016, pelo PMDB, fez 826 votos e não ganhou sua cadeira na Câmara Municipal por um voto, isso mesmo, apenas um voto, no critério desempate, pela idade. Em 2018 arrebentou de votos quando disputou, pelo PRTB, e foi o mais votado com 5.735 votos, mais que o dobro que o 2º mais votado na cidade, o deputado eleito João Peixoto, com 2.279 e Bruno Dauaire, também eleito, com 1.756.

Provavelmente em novo partido, Roxinho está mais cacifado para a disputa à Prefeitura em 2020, o que tentou em 2016, mas o MDB, ainda na ocasião PMDB, vetou através do hoje preso, ex-deputado estadual, Edson Albertassi.

Vale destacar que em SFI, além de Renato Roxinho e a atual prefeita, Francimara Barbosa Lemos, nomes como do ex-vereador Marcelo Garcia e do ex-prefeito, Pedrinho Cherene são fortes e permanentemente colocados como pré-candidatos.

João Peixoto sem voltas

Na manhã desta segunda-feira (22), o deputado estadual João Peixoto (DC) bem a seu estilo, em entrevista concedida aos jornalistas Aluízio Abreu Barbosa e Arnaldo Neto, no Folha no Ar, confirmou sua aliança com o prefeito Rafael Diniz, em Campos, bem como com a prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), visando as eleições 2020.

Ainda sobre o apoio à Rafael Diniz, João Peixoto foi direto quando disse que só não estará com o prefeito se ele não quiser. ‘Uma coisa eu garanto, eu ganho a eleição’, declarou sem a menor modéstia.

“Minha prioridade é caminhar com Rafael, a não ser que a gente não acerte, mas contra não vou ficar. De todos que vejo ai, seria ele (Rafael Diniz). O Caio (Vianna) já ajudei da vez passada. Wladimir já me chamou para conversar, mas não conversamos, foi apenas um encontro na escola no Farol. Rodrigo (Bacellar) sentou perto de mim na Alerj e disse que estão fazendo um bloco para 2020. Se eu der a palavra está dada e pronto. Disse que estou com conversa com Rafael, e depois podemos voltamos a conversar”. “Em São João da Barra minha prefeita (Carla Machado) está eleita”. Ao ser indagado da possibilidade de Carla não poder ser candidata, disse: “Aí a gente pensa”.