Nova proposta dos servidores

Uma comissão de servidores representada pelo SEPE, SIPROSEP AGCMCG, SINTEC e ASPMCG foi recebida por vereadores na Câmara Municipal na sessão desta quarta-feira (15) e apresentou uma nova proposta na tentativa de acordo com o Poder Público, que se mostra irredutível, o que levou a decisão de greve. A proposta é de de 5% de reposição salarial no vencimento de maio; aumento de 1% ao mês durante sete meses, começando em junho. O reajuste do auxílio alimentação seria solicitado caso não haja partilha dos royalties com os demais estados, conforme a ADIN 4917.

Agora a ideia será levada ao prefeito Rafael Diniz …



Dia 15 é amanhã … terá greve?

Haverá acordo? Margem para negociar o prefeito Rafael Diniz (PPS) por A + B já explicou que não tem como, que os 4,18% foram calculados em cima do que ‘é possível’. Do outro lado os servidores representados por suas respectivas classes que iniciaram requerendo 15%, mas apresentaram nova proposta na última sexta-feira.

O prazo dado pelos servidores, e isso serve como ameaça, e essa é a arma que o servidor tem, é do dia 15, amanhã, para que o ‘estado de greve’ se confirme em ‘greve’ por tempo indeterminado, e dê ao governo seu maior revés com o servidor, que já não havia ficado satisfeito por conta dos não reajustes em 2017 e 2018, entre outras coisas mais …

A nova proposta é para um reajuste de 4,58% na folha salarial de maio agora, referente a março de 2018 e de 2019; 2,68% na folha de junho, referente a março de 2017 e também de 2018; além de 4,57% na folha de julho, referente a março de 2016 e mesmo mês, de 2017.

É importante ressaltar que o governo abriu as portas para as negociações, e mesmo que não se tenha tido avanços ou não aconteça, nesse caso o prefeito sentou com as representações. Mas o clima político e já eleitoral tende a acalorar cada vez mais a discussão, mesmo o governo tentando evitar deixar descambar para esse lado.

As publicações de planilhas de pagamentos com nomes, cargos e salários expôs quem não tem nada com isso, ou pelo menos a maioria, e é a prova maior de que o debate já é ELEITORAL.